Você especialista em prótese, o que tem feito para a sua segurança e tranquilidade?

Antes de qualquer procedimento, você precisa entender uma coisa:
O seu risco jurídico não começa no erro.
Ele começa na expectativa do paciente.
E expectativa mal gerida vira frustração.
Frustração vira conflito.
E conflito, no consultório, muitas vezes vira processo.
Então, três pontos que você precisa ajustar na sua prática hoje:
1.Alinhe o resultado (e documente isso)
Não prometa o que não pode controlar.
Explique limites, possibilidades e variáveis do tratamento.
2.Tenha um planejamento técnico bem estruturado e registrado
Se você não consegue provar o raciocínio clínico por trás da sua conduta, você fica vulnerável.
3.Prontuário completo não é burocracia, é defesa
Tudo precisa estar registrado: avaliação, opções apresentadas, escolha do paciente, evolução e intercorrências.
Agora, por que esse alerta importa?
Recentemente, um caso ganhou destaque: uma paciente entrou na Justiça após problemas com uma prótese dentária relatando dor, desconforto e resultado insatisfatório.
O desfecho?
Condenação superior a R$ 200 mil.
E aqui está o ponto que muitos profissionais ignoram: em procedimentos como prótese, o Judiciário frequentemente entende que existe uma expectativa de resultado.
Ou seja: não basta fazer.
É preciso entregar aquilo que foi prometido ou, no mínimo, provar que o paciente tinha plena ciência dos limites.
Casos como esse não são exceção.
Eles são reflexo de uma odontologia que ainda negligencia o jurídico.
E a verdade é simples:
Quem não gerencia risco, assume o prejuízo.
Se proteger não é exagero.
É prática profissional responsável.
Dentista, se você quer proteger sua carreira e sua clínica, entre em contato com a equipe BZ. Estamos prontos para te ajudar.
Leia também:
Confira 7 direitos dos dentistas garantidos pelo Código de Ética Odontológica